Minha querida Mimis me indicou pra esse meme -o que me deixou muito feliz! Não vou indicar ninguém porque todo mundo que pensei já foi indicado :)
REGRAS:
- Completar todas as frases.
- Repassar o meme para 5 pessoas e avisá-las sobre.
- Ao repassar as frases, você pode optar por manter as mesmas ou inventar outras.
FRASES:
01) Sou muito esperançosa. acredito demais nas potencialidades das pessoas como algo latente as vezes.
02) Eu não suporto músicas altas demais e de mau gosto quando quero dormir.
03) Eu nunca consigo terminar uma dieta no tempo que determino. hauhauaha
04) Eu já abri mão do que queria pra que quem eu gosto ficasse bem.
05) Quando criança, tinha certeza que o coelho da lua olhava minhas bagunças e que se eu não as arrumasse contaria pra minha vó. Aí sim teria problema! Era um belo de um fofoqueiro esse coelho da lua.
06) Neste exato momento, eu queria mesmo é terminar todos os livros que tenho pra ler sem sentir sono durante a madrugada ou sem me desconcentrar durante as teorias sem fim.
07) Eu morro de medo de barulhos que parecem pessoas entrando na minha casa e de quando saio de madrugada de carro.
08) Eu sempre gostei de dançar sozinha.
09) Se eu pudesse, teria um jardim só meu!
10) Fico feliz quando recebo abraço de pessoas especiais.
11) Se pudesse voltar no tempo, deixaria de ter falado muita besteira e me mantido calada mais vezes.
12) Adoro assistir a chuva forte formando enxurrada e fazendo carros flutuarem na minha rua. é trágico pelos prejuízos mas é quase um filme!
13) Quero aprender a tocar piano!
14) Eu preciso aprender a ser mais calma internamente.
15) Não gosto muito de muitas pessoas falando sem nexo ou disciplina.
29 maio 2012
07 maio 2012
Respeito
Qual o limite entre passividade e orgulho? Quando as vezes uma pessoa me agride de alguma forma e que sentindo-me incomodada preciso trabalhar a mágoa (pra que não venha a ser psicossomática mais tarde) reflito infinitamente antes de abrir a boca pra contrariar esse pensamento alheio ao meu. Sinto que, como alfinetes - muito agudos e desnecessários as vezes- algumas situações são colocadas em nossas vidas. Aí vem um convívio nem um pouquinho adocicado e muito pelo contrário, impressionante aos nossos sentidos com sinestesia absurda. Ai! repito, ai! Não me resguardo em falsas justificativas ou piedades não cabíveis já que tenho consciência - em migalhas - do quanto sou medíocre e ignorante perante muita coisa. Eu erro, eu erro sentindo o que não queria sentir. Mas erro muito mais e acima de qualquer coisa não abreviando o incômodo que vai sim me fortalecer. Preciso muitas das vezes que fico com algo que não consigo engolir e que me deixa angustiada, colocar em letras o que meu peito sussurra aos berros à minha mente. Insanidade seria não dar ouvidos à dor. Ah, dor. Dor que vem da necessidade de aprender questionando o quanto eu não sei ainda diante de situações que preciso remediar. Até onde é oportuno abaixar a cabeça diante da ignorância e demência assustadoras que as pessoas demonstram ter? Penso que diante das coisas que aprendo e por respeito a cada gota de suor que meu corpo transpirou, assim como por respeito a todos os tombos que levei nessa vida, penso que, ora, ainda há muito o que discernir.
16 abril 2012
"If you are a bird, I am a bird."
Minha mente tem estado inquieta quando penso em alguns detalhes aos quais me detenho profunda e intensamente. Toda manhã quando estou em minha sala de aula, na Psicologia, observo de onde fico um fio de energia onde estacionam-se vários -muitos mesmo!- passarinhos. Ora, como consigo me sentir a vontade quando converso com eles, já sinto-me bastante amiga e mesmo íntima destes pequenininhos. São incríveis. Quando estou em profunda cisma sobre qualquer aspecto que insiste em confundir minha imaginação irrefreável olho à janela procurando-os.Ah quando eles não estão lá! Quando preciso que eles cheguem e se atrasam; Sinto-me só enquanto não pousam naquele fiozinho por um pouco. Ao observar que vieram alivio-me. Parece que posso respirar fundo e num suspiro esvaziar o que dói. Efêmeros esses meus amigos. Nunca os sei quem são, seus nomes, suas espécimes. Nunca. Mas são delicadíssimos e mesmo muito discretos. Colhem em minhas reflexões todo peso e angústia que nelas depositei até aquele momento sem reclamarem se é dor muita pra um passarinho só, ou se terão de trabalhar muito para que o vento aceite levar tantos ais revigorando-os em ar puro. Aí vem o suspiro. São tão breves nesse processo imenso e complicado que impressiono-me com sua rapidez. Quando penso que eles chegaram e respiro... nossa! O ar puro já chegou.(obs.: olhem o beija-florzinho conversando com o passarinho do cabeçalho! )
27 março 2012
Abstração
Quando de manhã acordo de uma noite com horas contadas pro dia seguinte, fico pensando em muitas coisas que por vezes me angustiam. Caminho todo dia pra minha faculdade um pouco mais que 3km a pé. É engraçado quando tem um percurso assim por fazer dia pós dia ( todos deveria ter no mínimo 2km diários!). Observo faces, expressões, comportamentos aleatórios e fico realmente em uma mar de questionamentos que fazem minha mente extravasar limites de possibilidades criativas - ah, já não é mais criatividade, tem ultrapassado esses limites.
Fico pensando o que leva as pessoas a passarem em suas vidas por algumas circunstâncias. Por que vejo sorrisos abertos ou rostos ansiosos ou desconfiados? Por que cada um carrega o que carrega e qual afinal a consequência de cada minuto que essas pessoas vivem?
Abstraindo um pouco minhas angústias, me permito sentir como se o próprio vento ou os pássaros estivessem me envolvendo. Sinto alívio quando penso em companhias, em companheiros assim!
Me dizem que sou sonhadora demais, que creio demais nas pessoas, sou muito otimista. Penso que não conseguem ver-me afinal. Declaro que acima de qualquer otimismo sou um ponto de interrogação. Constranjo-me diante de minhas curiosidades que me fazem ter peito dolorido as vezes por não ter soluções imediatas. Como então responder a pessoas que não questionam, não tentam entender mentes ou histórias de vida? Como explicar o que eu sinto por alguém se não busco raizes motivacionais àquela pessoa, ou se, simplesmente minha vaidade ou orgulho são suficientemente esbanjadores a ponto de não perceber o que eu passo pra quem está perto de mim, ou o que eu poderia fazer por alguém?
Tenho pensado muito na complexidade que envolve cada pessoa, cada história ou sentimento.
Crianças desnutridas, idosos invalidados pela sociedade, pessoas deprimidas, angustiadas, medrosas. O pior: medrosas em relação a opiniões.
Quando não se fere o limite do outro é bem possível compreender também nossos limites e fazer alguma coisa que amenize o que está ao nosso entorno ou tudo o que passa dentro de nós.
Precisava falar. Tem um nó enorme dentro de mim hoje.
Assinar:
Postagens (Atom)
